Uma coisa chamou-me a atenção na última Sexta, dia 23/04. Muitas pessoas falando de São Jorge, orando para São Jorge etc. Eu não sei se acho bonito por ser uma demonstração de fé ou se dou risada vendo tantas pessoas dando suporte a uma crendice.
Antes que alguém me acuse, já vou falando: SIM, eu uso um escapulário no peito, tenho vários, todos são presentes. E uso por que acho bonito o trabalho do joalheiro, por que fica bem no meu torso desnudo, por que são presentes especiais e não por que tem uma imagem de um santo. Se não tivesse nada ou uma qualquer outra coisa e fosse uma bonita peça, eu usaria do mesmo modo.
Agora, voltando aos santos, entidades, seja lá o que for. Acho engraçado, as pessoas não acreditam em extraterrestres, nem em duendes, nem em bruxas. Também não acreditam em espíritos ou fantasmas. Mas todos acreditam nos santos.
Vamos ver. O Santo foi uma pessoa que fez o bem. Ótimo, a vida de todos os santos devem ser observadas por nós e seguidas. Fazer o bem deve ser obrigação, independente de religião.
Agora, acreditar que essa pessoa que fez o bem, depois de sua morte, tornou-se uma entidade com poderes sobrenaturais, capaz de influenciar na vida dos mortais...FAÇA-ME O FAVOR!!!! Vamos voltar a orar para Zeus, Odin, Zoroastro que dá no mesmo!!!!
Atribuem-se a santos e santas milagres, curas e outras coisas, simplesmente por que a ciência não pode explicar. Daí, tudo que a ciência não explica, atribui-se o feito a religião. Isso eu chamo de ignorância. Somente por que a ciência não consegue explicar uma coisa, vem o desejo inato do ser humano de atribuir a cura, graça, seja lá o quê for a uma entidade espiritual genérica.
Fulano de tal estava doente, então colocaram junto do enfermo uma foto de uma pessoa caridosa que fez muito o bem mas já morreu. Daí ele melhora, os médicos não sabem explicar a cura e conclui-se que o caridoso da foto que o curou. E se tivessem colocado uma foto do Lula? Daria certo? E se fosse do Hitler? E se fosse do Pato Donald?
Engraçado como não é possível revisar casos antigos. Imagine, poder reabrir um caso e à luz da ciência moderna descobrir que os "milagres" de um santo ou santa são completamente explicáveis. E aí? Descanoniza o santo ou santa? Por que não? Já ficou provado que não houve milagre!
Todos nós precisamos ter fé em alguma coisa. Acreditar que existe algo maior, que nos impulsione a sermos boas pessoas. Mas essa indolatria, a crença em santos, é um dos ópios mais poderosos. A admiração é sadia, mas o culto é doentio.
Precisam de fé? Tenham fé em vocês mesmos, acreditem que tudo pode e vai melhorar. Ninguém precisa de um santo, pois nenhum faz milagre. Milagres podem até existir, mas duvido que seja pela mão de um morto.
terça-feira, 27 de abril de 2010
ERA PRÁ RIR?
Fabiana Karla ficou bastante conhecida pelo seu quadro no programa "Zorra Total", da TV Globo. No programa, ela interpreta a Dra. Lorca, uma nutricionista que recomenda somente alimentos extremamente calóricos e acha que seus pacientes, todos em forma, é que estão obesos.
O sucesso da comediante chamou atenção para a peça "Gorda", em cartaz no teatro Procópio Ferreira. Assisti no último final de semana esperando dar muitas e boas risadas. E já aviso: se é essa a sua intenção, escolha outro programa.
A peça, escrita pelo norte-americano Neil Labute, fala basicamente de um casal que se conhece e começa a ter um romance. Ele é magro, como manda o figurino, ela é gorda, mas feliz com sua forma física.
O grande problema é a pressão de outras pessoas, principalmente o melhor amigo, que trabalha com ele. Todos querendo entender o quê ele vê numa pessoa obesa.
O texto, apesar de algumas piadas (e algumas de mal gosto!), é um tanto pesado (sem intenção de trocadilho, aqui). O alvo no caso são os obesos, mas acaba respingando em outras minorias. A intenção do texto pode ter sido de dar um tapa na cara mostrando que realmente existe preconceito contra pessoas obesas. No caso da peça, talvez o tapa tenha saído com uma itensidade maior do que a desejada e na direção errada.
O quê conta a favor são ótimas interpretações dos atores Flávia Rubim, Michel Bercovitch, e Mouhamed Harchouf . Eles tentam salvar a peça, mas o texto não ajuda muito, chegando a um final repentino e verdadeiro demais.
sábado, 24 de abril de 2010
AINDA PERDIDO
"Lost" é um seriado que marcou época. Uma febre que introduziu uma nova forma de narração, onde passado, presente e futuro são intercalados e necessários para compor todo o quadro da trama.
Faltando cinco episódios para o final do seriado, que serão exibidos em quatro noites visto que os dois últimos episódios serão exibidos como um só, confesso que ainda estou mais perdido que cachorro que caiu na ilha (aliás, por onde anda o Vincent, o cachorro do seriado, hein?).
Cheguei num estado em que desisti de adivinhar o quê está acontecendo. Cansei de pensar. Cansei de dar chutes, de procurar explicações, de vasculhar o Google atrás de teorias. Não estou afim de ficar conjecturando. Contento-me em aguardar o final que vai ao ar no dia 23/05 nos EUA e saber se vou xingar ou elogiar os criadores.
Tudo ainda muito complicado com duas facções (Locke x Widmore) e nenhum indício de quem é o bonzinho na história. E o pessoal da ilha está ainda mais perdido do que eu sem saber o quê fazer. É morto que ressuscita, mulher que fica biruta, e um cara que não envelhece e quer morrer (aliás, botox bom esse do Richard Alpert).
Ainda acredito que os criadores estão desviando nosso foco sobre do quê realmente importa. Desde o início eles afirmam que os mistérios de "Lost" são resolvidos nos detalhes, coisas que passam desapercebidas até. Mas, mesmo a cinco episódios do final da série, ainda não consigo encaixar todas as peças. E esse é o meu temor. Que nem JJ Abrams e sua trupe consigam encaixar também.
Faltando cinco episódios para o final do seriado, que serão exibidos em quatro noites visto que os dois últimos episódios serão exibidos como um só, confesso que ainda estou mais perdido que cachorro que caiu na ilha (aliás, por onde anda o Vincent, o cachorro do seriado, hein?).
Cheguei num estado em que desisti de adivinhar o quê está acontecendo. Cansei de pensar. Cansei de dar chutes, de procurar explicações, de vasculhar o Google atrás de teorias. Não estou afim de ficar conjecturando. Contento-me em aguardar o final que vai ao ar no dia 23/05 nos EUA e saber se vou xingar ou elogiar os criadores.
Tudo ainda muito complicado com duas facções (Locke x Widmore) e nenhum indício de quem é o bonzinho na história. E o pessoal da ilha está ainda mais perdido do que eu sem saber o quê fazer. É morto que ressuscita, mulher que fica biruta, e um cara que não envelhece e quer morrer (aliás, botox bom esse do Richard Alpert).
Ainda acredito que os criadores estão desviando nosso foco sobre do quê realmente importa. Desde o início eles afirmam que os mistérios de "Lost" são resolvidos nos detalhes, coisas que passam desapercebidas até. Mas, mesmo a cinco episódios do final da série, ainda não consigo encaixar todas as peças. E esse é o meu temor. Que nem JJ Abrams e sua trupe consigam encaixar também.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
FAZENDO O SOCIAL
Uma coisa que me chama a atenção é como as pessoas interagem mais através do Facebook. Ao contrário do Orkut, que tardiamente incluiu um "mural" em sua página, todos no Facebook parecem estar mais interessados em compartilhar sua vida e interagir com seus amigos.
Hoje em dia meu Orkut está quase que abandonado. Assim como meu Twitter. No Facebook, faço mais comentários sobre meu dia a dia, posto mais fotos e atualizo álbuns com mais frequência, publico mais links e vídeos, jogo mais. Sinto mais gosto, mais afeição pelo Facebook do que pelo Orkut.
O principal motivo é a interface. Dá gosto estar no Facebook. Visualmente ele é mais interessante, mais bonito, menos poluído. O Orkut continua "quadradão", feio e pouco interativo. Neste último quesito, Facebook dá de dez a zero no Orkut. Existem amigos antigos no Orkut com os quais tinha até perdido um contato, mas voltamos a nos aproximar pelo Facebook. Motivo: é muito mais fácil e rápido mandar um "oi" pelo Facebook. Às vezes, você vê rapidamente uma atualização de um amigo no mural e fica fácil entrar em contato com ele.
Fora isso, existem aplicações e jogos sociais que permitem uma maior interação. Veja por exemplo o "Farmville", o simulador de fazenda mais popular da Web. A idéia de criar uma fazenda, adicionar amigos como vizinhos e interagir auxiliando-os em suas respectivas fazendas cria uma aproximação a mais. Lógico, alguns enjoam da brincadeira, outros sequer gostam do jogo, mas não se pode negar que é uma opção a mais de socialização.
Também percebi que o Orkut passou a se tornar um tanto quanto "povão". É nítido que no Facebook o povo é mais educado, mais refinado. Talvez seja porque muitos do "povão" sintam-se perdidos na primeira vez que utilizam o Facebook, tachando-o de "muito complicado". Porém, com um pouco de paciência e fuçando, logo entende-se como funciona tudo.
Mas nem tudo é um mar de rosas. O Facebook ainda é um pouco lento em alguns momentos, como por exemplo na publicação de fotos e uso de aplicativos.
Falando em números, o Orkut ainda detém a soberania em termos de perfis. São cerca de 27 milhões de perfis no Brasil contra 6,6 milhões no Facebook (segundo dados do Ibope Online Nielsen). Entretanto, o Facebook teve uma taxa de crescimento em torno de 50% no último trimeste contra um crescimento de 7% do Orkut. Isso assusta o pessoal do Google, dona do Orkut, que apesar de se mover ainda não conseguiu criar uma rede social a altura.
Em Março de 2010, o Facebook tornou-se o site mais acessado do mundo, superando inclusive o Google. Um indicativo da verdadeira força que as redes sociais representam.
Não creio que o Facebook vá derrubar o Orkut. O que provavelmente irá acontecer é que mais e mais usuários vão criar seus perfis no Facebook e com o tempo passarão a usá-lo mais (como acontece comigo). O futuro de ambos, e das redes sociais, deixo para um próximo post.
Hoje em dia meu Orkut está quase que abandonado. Assim como meu Twitter. No Facebook, faço mais comentários sobre meu dia a dia, posto mais fotos e atualizo álbuns com mais frequência, publico mais links e vídeos, jogo mais. Sinto mais gosto, mais afeição pelo Facebook do que pelo Orkut.
O principal motivo é a interface. Dá gosto estar no Facebook. Visualmente ele é mais interessante, mais bonito, menos poluído. O Orkut continua "quadradão", feio e pouco interativo. Neste último quesito, Facebook dá de dez a zero no Orkut. Existem amigos antigos no Orkut com os quais tinha até perdido um contato, mas voltamos a nos aproximar pelo Facebook. Motivo: é muito mais fácil e rápido mandar um "oi" pelo Facebook. Às vezes, você vê rapidamente uma atualização de um amigo no mural e fica fácil entrar em contato com ele.
Fora isso, existem aplicações e jogos sociais que permitem uma maior interação. Veja por exemplo o "Farmville", o simulador de fazenda mais popular da Web. A idéia de criar uma fazenda, adicionar amigos como vizinhos e interagir auxiliando-os em suas respectivas fazendas cria uma aproximação a mais. Lógico, alguns enjoam da brincadeira, outros sequer gostam do jogo, mas não se pode negar que é uma opção a mais de socialização.
Também percebi que o Orkut passou a se tornar um tanto quanto "povão". É nítido que no Facebook o povo é mais educado, mais refinado. Talvez seja porque muitos do "povão" sintam-se perdidos na primeira vez que utilizam o Facebook, tachando-o de "muito complicado". Porém, com um pouco de paciência e fuçando, logo entende-se como funciona tudo.
Mas nem tudo é um mar de rosas. O Facebook ainda é um pouco lento em alguns momentos, como por exemplo na publicação de fotos e uso de aplicativos.
Falando em números, o Orkut ainda detém a soberania em termos de perfis. São cerca de 27 milhões de perfis no Brasil contra 6,6 milhões no Facebook (segundo dados do Ibope Online Nielsen). Entretanto, o Facebook teve uma taxa de crescimento em torno de 50% no último trimeste contra um crescimento de 7% do Orkut. Isso assusta o pessoal do Google, dona do Orkut, que apesar de se mover ainda não conseguiu criar uma rede social a altura.
Em Março de 2010, o Facebook tornou-se o site mais acessado do mundo, superando inclusive o Google. Um indicativo da verdadeira força que as redes sociais representam.
Não creio que o Facebook vá derrubar o Orkut. O que provavelmente irá acontecer é que mais e mais usuários vão criar seus perfis no Facebook e com o tempo passarão a usá-lo mais (como acontece comigo). O futuro de ambos, e das redes sociais, deixo para um próximo post.
terça-feira, 20 de abril de 2010
CIÊNCIA DE BORDA
J.J. Abrams, criador de séries de sucesso como "Lost" e "Alias", pode ser considerado um verdadeiro Midas. Tudo que ele toca vira ouro, mais cedo ou mais tarde.
No início, tinha dúvidas se seu novo seriado, "Fringe", iria emplacar. Atualmente ele encontra-se próximo do final de uma empolgante segunda temporada, conquistando a audiência e sendo elogiado pela crítica.
Juntamente com Roberto Orci e Alex Curtis, roteiristas dos dois "Transformers" e do último "Star Trek", Abrams consegue criar uma trama envolvente. Ao contrário de "Lost", ele já foi contando o mistério, o "quê" de tudo, no meio da primeira temporada. Resta saber o "como".
O seriado segue a trajetória da agente do FBI Olivia Dunham (Anna Torv) que trabalha numa divisão que estuda fenômenos denominados como "O Padrão". São crimes que desafiam a ciência e fazem parte de uma experiência onde a Terra é a própria cobaia.
Olivia tem a ajuda de um cientista literalmente louco, Walter Bishop (John Noble, o grande destaque do seriado) e do seu filho Peter (Joshua Jackson, do antigo seriado "Dawson´s Creek").
Entre os temas do seriado, podemos citar paranormalidade, teletransporte, manipulação genética e dimensões paralelas.
Para os fãs de "Arquivo X" (como eu), "Fringe" é uma excelente pedida. O roteiro envolvente e inteligente, o alívio cômico do Dr. Walter (que parece sempre estar laricado) e a atuação cada vez melhor da bela Anna Torv garantiram a renovação da série para uma terceira temporada.
No início, tinha dúvidas se seu novo seriado, "Fringe", iria emplacar. Atualmente ele encontra-se próximo do final de uma empolgante segunda temporada, conquistando a audiência e sendo elogiado pela crítica.
Juntamente com Roberto Orci e Alex Curtis, roteiristas dos dois "Transformers" e do último "Star Trek", Abrams consegue criar uma trama envolvente. Ao contrário de "Lost", ele já foi contando o mistério, o "quê" de tudo, no meio da primeira temporada. Resta saber o "como".
O seriado segue a trajetória da agente do FBI Olivia Dunham (Anna Torv) que trabalha numa divisão que estuda fenômenos denominados como "O Padrão". São crimes que desafiam a ciência e fazem parte de uma experiência onde a Terra é a própria cobaia.
Olivia tem a ajuda de um cientista literalmente louco, Walter Bishop (John Noble, o grande destaque do seriado) e do seu filho Peter (Joshua Jackson, do antigo seriado "Dawson´s Creek").
Entre os temas do seriado, podemos citar paranormalidade, teletransporte, manipulação genética e dimensões paralelas.
Para os fãs de "Arquivo X" (como eu), "Fringe" é uma excelente pedida. O roteiro envolvente e inteligente, o alívio cômico do Dr. Walter (que parece sempre estar laricado) e a atuação cada vez melhor da bela Anna Torv garantiram a renovação da série para uma terceira temporada.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
VELHO DEMAIS PARA OS MESMOS BRINQUEDOS
Acabei saindo prá dançar na Sexta-Feira. O meu destino: a festa de 7 anos da Toy, no Moinho Santo Antônio. Já saí animado, visto que adoro a locação e vários amigos também iam. A vibe estava lá encima.
A entrada estava calma. Alguma fila para pegar as fichas que serveriam para comprar bebidas, mas nada muito demorado. A produção estava ótima, todos os amigos pareciam ter ido. João Neto comandava um set bem up, muito animado. Indicativo de uma noite perfeita.
Mas não foi.
Mais uma vez o sr. Isaac Escalante não soube segurar a onda.
Não é implicação minha, mas nunca, nunquinha, ouvi Isaac Escalante fazer algo além da média. Ele nunca tocou ruim, mas nunca fez um set que ficasse na minha lembrança como algo inesquecível. Ele pode ser ótimo para a abertura de uma festa, mas não como atração principal.
Esta foi a sétima vez que fui a uma festa com Escalante tocando, mas não me animei. A maioria dos meus amigos, ao contrário, achou maravilhoso o set dele. Daí me pergunto: tou velho demais, é isso?
Conversando com algumas pessoas, algumas também acharam que faltou algo no som ou na vibe e que há tempos não sente a mesma coisa (com a rara exceção do Peter Rauhoffer no Carnaval em Floripa, que foi perfeito do começo ao fim). Parece que nos acostumamos a um padrão de qualidade musical que hoje em dia exige muito mais dos DJs, um padrão que nem sempre é atingido, seja num finde comum ou numa festa especial.
Parece que esse padrão de qualidade é guardado para ser utilizado em grandes festas como Ano Novo, Carnaval etc. Eu disse PARECE não que É.
Fico pensando se fiquei mal acostumado com a grandiosidade, onde agora qualquer balada tornou-se lugar comum, ou se a noite não me satisfaz mais. Tenho a impressão de que essa cartilha de sair na noite cansou um pouco. Atualmente ainda saio mais pelo social, pois de resto tudo parece o mesmo e, para meu azar, a mesmice cansa. Como uma reprise de um filme bom na "Sessão da Tarde", que de tanto reprisar vira algo comum e, mesmo ainda sendo um filme bom, para você agora parece como algo mediano. Será por que não é mais novidade?
Será que sete anos saindo na balada paulistana foram suficientes para tornar tudo um lugar comum, um mediano constante que não mais satisfaz? Ou a idade chegou, refinou meu gosto, deixou-me chato rotulando tudo como "mediano"?
Observando os mais jovens, por volta dos seus 25 anos, fica parecendo que tudo está no ponto, incrível, perfeito. Acho que, com 34 anos que estou, fiquei mais seletivo em questão de baladas. E espero que seja uma fase passageira e não me pegue repetindo mentalmente o antigo e bom refrão "I can´te get no satisfaction". Acho que agora realmente entendo o quê os Rolling Stones queriam dizer.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
CONECTANDO-SE NAS NUVES
Um dia estava assistindo uma propaganda da Locaweb que dizia "a Locaweb traz a você todo poder do Cloud Computing" ou algo similar. Então comecei a pensar: quantas pessoas, que incorporaram a informática e a internet a sua vida pessoal e profissional, sabem o quê é cloud computing?
A primeira vez que ouvi o termo "Cloud Computing" ou, em português, "Computação em Nuvem", foi em 1995, quando eu estava iniciando a faculdade de Ciência da Computação. Naquela época, a computação em nuvem era muito mais uma idéia que uma realidade. Era algo que estava ainda amadurecendo. A partir de 2002 a tecnologia começou a ser utilizada e desde 2008 tornou-se termo corriqueiro no dia a dia.
Simplificando a definição, cloud computing é a forma de oferecer ao usuário programas,como editores de texto, planilhas eletrônicas, agenda de contatos etc através da internet. Quem utiliza, não precisa instalar nada ou quase nada na máquina, a aplicação é executada online através da internet. Não existe limitações se você está utilizando um PC ou um Mac, acessando com Internet Explorer ou Firefox ou qualquer outro navegador, de um notebook ou de um smartphone. A idéia é que o programa que você instala no seu computador (o software) deixe de ser um produto e passe a ser um serviço, como um internet banking.
Além disso, os documentos criados através dessas aplicações podem ser guardados pelo próprio fornecedor do serviço. Por exemplo, você pode criar um documento online e salvá-lo online, para que possa acessar de qualquer outro computador.
Ah, então meu serviço de Webmail, internet banking, orkut, facebook, twitter usam a cloud computing? Sim e não. A própria definição de cloud computing ainda é meio vaga e não foi totalmente padronizada. Um site de divulgação de uma festa não presta nenhum serviço (além do de informação, óbvio), não sendo considerado algo "na nuvem".
Os melhores exemplos de aplicações que usam computação em nuvem são o Google Docs, o Live Mesh, os webmails e messengers da vida.
Apesar de ser uma ótima idéia, podendo reduzir custos para pessoas e empresas, a cloud computing ainda é vista com certa desconfiança. Empresas ainda possuem receios em colocar documentos sensíveis na nuvem e, apesar da segurança existente, a mesma ainda não é completamente ideal. O aprimoramento da segurança na computação em nuvem é um dos principais temas debatidos hoje em dia.
A computação em nuvem, de um conceito nebuloso (não resisti ao trocadilho..rsrs) está se tornando cada vez mais presente no dia a dia. Porém, a total adesão por parte de usuários comuns e empresas ainda está longe de ser uma realidade.
A primeira vez que ouvi o termo "Cloud Computing" ou, em português, "Computação em Nuvem", foi em 1995, quando eu estava iniciando a faculdade de Ciência da Computação. Naquela época, a computação em nuvem era muito mais uma idéia que uma realidade. Era algo que estava ainda amadurecendo. A partir de 2002 a tecnologia começou a ser utilizada e desde 2008 tornou-se termo corriqueiro no dia a dia.
Simplificando a definição, cloud computing é a forma de oferecer ao usuário programas,como editores de texto, planilhas eletrônicas, agenda de contatos etc através da internet. Quem utiliza, não precisa instalar nada ou quase nada na máquina, a aplicação é executada online através da internet. Não existe limitações se você está utilizando um PC ou um Mac, acessando com Internet Explorer ou Firefox ou qualquer outro navegador, de um notebook ou de um smartphone. A idéia é que o programa que você instala no seu computador (o software) deixe de ser um produto e passe a ser um serviço, como um internet banking.
Além disso, os documentos criados através dessas aplicações podem ser guardados pelo próprio fornecedor do serviço. Por exemplo, você pode criar um documento online e salvá-lo online, para que possa acessar de qualquer outro computador.
Ah, então meu serviço de Webmail, internet banking, orkut, facebook, twitter usam a cloud computing? Sim e não. A própria definição de cloud computing ainda é meio vaga e não foi totalmente padronizada. Um site de divulgação de uma festa não presta nenhum serviço (além do de informação, óbvio), não sendo considerado algo "na nuvem".
Os melhores exemplos de aplicações que usam computação em nuvem são o Google Docs, o Live Mesh, os webmails e messengers da vida.
Apesar de ser uma ótima idéia, podendo reduzir custos para pessoas e empresas, a cloud computing ainda é vista com certa desconfiança. Empresas ainda possuem receios em colocar documentos sensíveis na nuvem e, apesar da segurança existente, a mesma ainda não é completamente ideal. O aprimoramento da segurança na computação em nuvem é um dos principais temas debatidos hoje em dia.
A computação em nuvem, de um conceito nebuloso (não resisti ao trocadilho..rsrs) está se tornando cada vez mais presente no dia a dia. Porém, a total adesão por parte de usuários comuns e empresas ainda está longe de ser uma realidade.
CRIATIVIDADE ALADA
Bem intencionado é o melhor adjetivo que encontro para o desenho "Como Treinar Seu Dragão". É um desenho leve, com algumas piadinhas, bem acabado. E somente isso.
Não sei se inflei muito minhas expectativas por tratar-se de uma produção da Dreamworks, responsável por sucessos como "Shrek" e "Madagascar", mas tive a impressão que faltou algo. Reconheço que é difícil concorrer com a Pixar, que a cada ano consegue se superar, porém tomo como base animações anteriores do estúdio.
Apesar disso, não posso desenhar totalmente do filme. "Como Treinar Seu Dragão" consegue te conquistar não pelas piadas, mas pela relação de amizade entre o humano Soluço e o dragão Banguela. A doçura como essa amizade é retratada emociona e faz com que você deixe a sessão sentindo-se bem humorado.
Na trama, Soluço é um jovem viking que deseja provar seu valor como caçador de dragões diante da aldeia e do seu pai. Franzino e desajeitado, ele nunca consegue fazer nada direito e às vezes até piora a situação.
Uma noite, por mero golpe de sorte, Soluço acaba acertando um dragão em pleno vôo. Ao encontrar o animal, não tem coragem de matá-lo. Acaba por soltá-lo e daí para frente você já pode imaginar o que vem.
A história pode ser batida, mas ainda assim é uma história que o público adora, vide o farto lucro que o filme vem conseguindo mundialmente. Mesmo sendo abaixo da média para a Dreamworks, "Como Treinar Seu Dragão" é um filme despretencioso que aposta numa fórmula básica de sucesso, porém o faz como manda a cartilha.
terça-feira, 13 de abril de 2010
QUANDO VOCÊ ACHA QUE JÁ VIU DE TUDO
Vou parar de ser reclamão um pouco. Um post para descontrair...
Imagine uma pedra. Ligada ao seu micro ou notebook. Pela porta USB.
Pensou? Não? Olha a foto.
Sim, gente. É uma pedra. Com entrada USB.
E o que ela faz? É um pen-drive? Ela vibra? Toca musiquinha e acende luzinha?
Não. Ela não faz nada. Absolutamente nada. É uma pedra, você queria que ela fizesse o quê?
A empresa ThinkGeek vende esse maravilhoso...ahm..hum... gadget por US$ 9,99 apenas. A idéia é fazer as pessoas sorrirem. Imagina só, você plugando na porta USB do micro do seu trabalho uma pedra. E todo mundo pensando "Queporra diabos é isso?". Bom, ou você vai passar por louco ou por palhaço.
A matéria sobre a pedra USB foi publicada no site da revista Info, que pode ser acessado AQUI.
Imagine uma pedra. Ligada ao seu micro ou notebook. Pela porta USB.
Pensou? Não? Olha a foto.
Sim, gente. É uma pedra. Com entrada USB.
E o que ela faz? É um pen-drive? Ela vibra? Toca musiquinha e acende luzinha?
Não. Ela não faz nada. Absolutamente nada. É uma pedra, você queria que ela fizesse o quê?
A empresa ThinkGeek vende esse maravilhoso...ahm..hum... gadget por US$ 9,99 apenas. A idéia é fazer as pessoas sorrirem. Imagina só, você plugando na porta USB do micro do seu trabalho uma pedra. E todo mundo pensando "Que
A matéria sobre a pedra USB foi publicada no site da revista Info, que pode ser acessado AQUI.
Buying things that you don´t need
Existem todo um auê em torno do iPad. Não só do iPad, mas como de todos os outros concorrentes denominados de "tablet PCs".
A idéia do tablet PC é de um computador portátil, em forma de prancheta. Inicialmente pensou-se em um dispositivo para a leitura de livros em formato eletrônico (e-books), porém logo estendeu-se as funcionalidades para a navegação pela Internet, exibição de vídeos e player de música.
A idéia inicialmente parecia interessante. Porém, considerando a evolução dos smartphones, notebooks e netbooks, o tablet PC fica parecendo algo desnecessário, principalmente para quem já possui um smartphone e/ou um notebook.
Um tablet PC possui poder de processamento maior que o de um smartphone, porém menor do que um notebook. Ele é focado em tarefas como navegar na internet, ler livros, jogar games. Pode parecer interessante, por exemplo, numa viagem longa tirar um iPad da mochila e começar a jogar ou ler. Nada que você já não pudesse fazer com um notebook ou um smartphone.
Vejamos, por exemplo, um iPad. Ele navega na Internet, mas seu iPhone ou equivalente também navega. "Ah, mas a tela é pequena", você responde. Tudo bem, então você prefere sacar um iPad em plena Av. Paulista/Av. Atlântica e correr o risco de ser assaltado? Fora que ver YouTube, nem pensar, pois o iPad não roda Flash, componente necessário para rodar vídeos online que existem na maioria dos sites.
Bom, então você decide assistir um filme durante a viagem (com fone para não incomodar as outras pessoas, ok?). Bom, não pode ser em DVD, pois o iPad não possui leitor. Tudo bem, vamos transferir o filme para o micro e depois para o iPad. Não vai dar, pois o iPad não possui entrada USB. Ou entrada para cartão. Pois é, você vai ter que comprar através da loja da Apple (lógico!!!). Assim como qualquer livro que queira ler. Ou qualquer jogo que queira jogar.
Que tal gravar um vídeo? Ou tirar uma foto? Não vai dar, pois o iPad não tem câmera.
Instalar um programa? Só com o aval da Apple, comprando através da Apple Store.
Abrir um documento e uma planilha? Somente um de cada vez, pois o iPad não possui função de multitarefa, ou seja, não é possível abrir dois aplicativos ao mesmo tempo.
Vejam bem! Não sou totalmente "anti-iPad". Estou sendo contra ao projeto com foi criado. Um aparelho que não te dá opções de conectividade para que você fique totalmente dependente da loja da Apple é um tanto quanto monopolista. Você pode comprar um livro online para ler em qualquer lugar, menos no iPad pois ele não foi comprado da loja deles. O mesmo ocorre com músicas e filmes. E o público acaba engolindo pois ter um iPod/iPhone/iPad é "cool". Por exemplo, todos acham o máximo ter um iPhone que sim, foi um divisor de água, mas ainda é limitado. Smartphones com Windows Mobile ou Android são mais práticos e possuem maior integração com sistemas Windows, que são base predominante no mundo todo.
A Apple cria aparelhos tecnologicamente brilhantes, mas tenta impor um modelo de negócio um tanto travado, apesar de funcionar estupidamente bem. Eu não trocaria meu smartphone com Windows Mobile por um iPhone. Não quero um notebook Macintosh, visto as limitações de poucos programas existentes (principalmente para desenvolvedores de softwares como eu). E, se um dia eu vir a ter um tablet PC, com certeza irei optar por um que rode Windows e me ofereça opções de conectividade e permita que eu utilize os mesmos arquivos que tenho no meu micro.
Até o momento, a única vantagem que vejo em um tablet é a portabilidade. Para quem precisa de alto desempenho no trabalho, é melhor um notebook. Comunicação esporádica pela internet, é melhor um smartphone. Os tablets ainda são um meio termo e totalmente voltados para diversão e para ambientes coorporativos. Só o tempo vai definir os tablets vieram mesmo para ficar.
A idéia do tablet PC é de um computador portátil, em forma de prancheta. Inicialmente pensou-se em um dispositivo para a leitura de livros em formato eletrônico (e-books), porém logo estendeu-se as funcionalidades para a navegação pela Internet, exibição de vídeos e player de música.
A idéia inicialmente parecia interessante. Porém, considerando a evolução dos smartphones, notebooks e netbooks, o tablet PC fica parecendo algo desnecessário, principalmente para quem já possui um smartphone e/ou um notebook.
Um tablet PC possui poder de processamento maior que o de um smartphone, porém menor do que um notebook. Ele é focado em tarefas como navegar na internet, ler livros, jogar games. Pode parecer interessante, por exemplo, numa viagem longa tirar um iPad da mochila e começar a jogar ou ler. Nada que você já não pudesse fazer com um notebook ou um smartphone.
Vejamos, por exemplo, um iPad. Ele navega na Internet, mas seu iPhone ou equivalente também navega. "Ah, mas a tela é pequena", você responde. Tudo bem, então você prefere sacar um iPad em plena Av. Paulista/Av. Atlântica e correr o risco de ser assaltado? Fora que ver YouTube, nem pensar, pois o iPad não roda Flash, componente necessário para rodar vídeos online que existem na maioria dos sites.
Bom, então você decide assistir um filme durante a viagem (com fone para não incomodar as outras pessoas, ok?). Bom, não pode ser em DVD, pois o iPad não possui leitor. Tudo bem, vamos transferir o filme para o micro e depois para o iPad. Não vai dar, pois o iPad não possui entrada USB. Ou entrada para cartão. Pois é, você vai ter que comprar através da loja da Apple (lógico!!!). Assim como qualquer livro que queira ler. Ou qualquer jogo que queira jogar.
Que tal gravar um vídeo? Ou tirar uma foto? Não vai dar, pois o iPad não tem câmera.
Instalar um programa? Só com o aval da Apple, comprando através da Apple Store.
Abrir um documento e uma planilha? Somente um de cada vez, pois o iPad não possui função de multitarefa, ou seja, não é possível abrir dois aplicativos ao mesmo tempo.
Vejam bem! Não sou totalmente "anti-iPad". Estou sendo contra ao projeto com foi criado. Um aparelho que não te dá opções de conectividade para que você fique totalmente dependente da loja da Apple é um tanto quanto monopolista. Você pode comprar um livro online para ler em qualquer lugar, menos no iPad pois ele não foi comprado da loja deles. O mesmo ocorre com músicas e filmes. E o público acaba engolindo pois ter um iPod/iPhone/iPad é "cool". Por exemplo, todos acham o máximo ter um iPhone que sim, foi um divisor de água, mas ainda é limitado. Smartphones com Windows Mobile ou Android são mais práticos e possuem maior integração com sistemas Windows, que são base predominante no mundo todo.
A Apple cria aparelhos tecnologicamente brilhantes, mas tenta impor um modelo de negócio um tanto travado, apesar de funcionar estupidamente bem. Eu não trocaria meu smartphone com Windows Mobile por um iPhone. Não quero um notebook Macintosh, visto as limitações de poucos programas existentes (principalmente para desenvolvedores de softwares como eu). E, se um dia eu vir a ter um tablet PC, com certeza irei optar por um que rode Windows e me ofereça opções de conectividade e permita que eu utilize os mesmos arquivos que tenho no meu micro.
Até o momento, a única vantagem que vejo em um tablet é a portabilidade. Para quem precisa de alto desempenho no trabalho, é melhor um notebook. Comunicação esporádica pela internet, é melhor um smartphone. Os tablets ainda são um meio termo e totalmente voltados para diversão e para ambientes coorporativos. Só o tempo vai definir os tablets vieram mesmo para ficar.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
MEIA-ENTRADA PRÁ QUÊ?
Por um pouco de indecisão de minha parte e do meu namorado, decidimos de última hora ir no Skol Sensation. A galera toda se animou, então também nos animamos (mas só um poquinho, afinal se não tínhamos comprado até agora...).
Daí começou nossa peregrinação. Já tínhamos conversado com alguns amigos que tinham dito que os ingressos estavam esgotados. Estranhamos e mesmo assim fomos conferir. A primeira parada foi a Saraiva MegaStore do Shopping Pátio Paulista. Estavam sem ingressos. Sem desanimar fomos até a FNAC Paulista. Estavam sem sistema (olhos levantados ao céu, suspiro e balão de pensamento sobre a cabeça com a palavra "SACO" escrita dentro). Acabamos deixando para comprar pela Internet mesmo, porém resolvemos almoçar, ir ao cinema, fazer outras coisas. E nesse meio tempo um amigo dele liga para dizer que tinham desistido de ir pois já estavam esgotados todos os ingressos de meia-entrada.
Daí penso. COMO ASSIM, BIAL?
Lembro que por reinvindicação da classe artística e produtores de shows, uma lei estava tramitando para aprovar a cota de meia-entrada em torno de 40% dos ingressos. Pelo que me lembro, essa lei chegou até passar pelo Senado, mas foi vetada pelo presidente Lula. Então fui conferir no site do Procon de São Paulo (http://www.procon.sp.gov.br/) que diz na área de perguntas frequentes:
"2. É correto os organizadores de eventos/shows limitarem a venda de meia entrada?
Não. A concessão de meia entrada deve ser garantida para todos os alunos que se enquadram na Lei Estadual no 7844, de 13/05/92 e Lei Municipal no 13715, de 07/01/04, ou seja, estudantes de ensino fundamental, médio e superior, sendo estendido no município de São Paulo para alunos de cursos pré-vestibulares, profissionalizantes (básico e técnico) e pós-graduação.
Se houver recusa no cumprimento da lei, o aluno poderá adquirir o ingresso com valor integral e requerer posteriormente a devolução da quantia paga a maior, através de um órgão de defesa do consumidor ou o próprio Poder Judiciário. Para isto, deverá apresentar o ingresso e a identificação estudantil".
Em resumo, ninguém respeita a lei. E vão continuar desrrespeitando enquanto ninguém se mobilizar.
Logicamente, os produtores, cantores, artistas e os cambau vão reclamar que existem muitas carteirinhas falsificadas rondando por aí. Isso é vero, mas eles precisam é pressionar por uma maior fiscalização. As pessoas que tem o direito a pagar meia entrada são as mais prejudicadas.
Então acho que os prejudicados devem dar um basta nisso. Querem muito ir ao show/evento? Paguem o preço integral e depois procurem o Procon para ressarcimento. Ah, você não quer ter o trabalho de ir ao Procon ou não tem o dindin para pagar inteira ou nem está tão afim de ir? NÃO COMPRE. E deixe bem claro na bilheteria e envie e-mail para a organização do evento deixando bem claro o motivo.
Enquanto a maioria das pessoas não correrem atrás dos seus direitos, torna-se impossível mudar algo nesse país.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
O AZEDO TAMBÉM TEM SEUS ENCANTOS
Hora de estabelecer os motivos pelos quais resolvi criar um blog. É minha segunda tentativa, não espero ter audiência, mas..."Sutilmente cítrico"... qual o motivo?
Simples. Destilar minha acidez online (dããã).
Nos últimos tempos venho querendo poder divagar, muito além do que os caracteres dos posts do Twitter e do Facebook podem me oferecer. Entonces... voilá! Nada como divagar em um blog e somente postar o link?
Ótima idéia, hã? hã?
Então começam os questionamentos: "ah, a vida é bela, você poderia falar de tanta coisa legal, de novidades, de cinema....".
Não vou dizer que não vou falar. Mas preciso de um espaço para reclamar, falastrar, METER O PAU MERMO!
(talvez nem tanto neste último).
Enfim, quem me conhece sabe que sou uma pessoa alegre, feliz e saltitante (hum... nem tanto). Mas quem me conhece bem sabe que quando estou de mau humor, quando quero reclamar...
Esse é meu lado cítrico.
De vez em quando é positivo destilar o lado negativo, ácido, irônico da vida em forma de pequenos (e grandes) posts. Não sei se o projeto vai para frente, a frequência ácida deste, mas com certeza quando o fizer, vocês todos vão ficar sabendo. Principalmente por Facebook.
Creio que essa vai ser uma boa terapia. E não se assustem com meu ponto de vista. Ou se assustem e dessam a lenha nos comentários, os quais irei ler todos, mas aprovar só os que não ofenderem minha pessoa ou minha progenitora.
Sempre é bom sonhecer a opinião alheia. Mesmo que venha a divergir da minha.
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