"Lost" é um seriado que marcou época. Uma febre que introduziu uma nova forma de narração, onde passado, presente e futuro são intercalados e necessários para compor todo o quadro da trama.
Faltando cinco episódios para o final do seriado, que serão exibidos em quatro noites visto que os dois últimos episódios serão exibidos como um só, confesso que ainda estou mais perdido que cachorro que caiu na ilha (aliás, por onde anda o Vincent, o cachorro do seriado, hein?).
Cheguei num estado em que desisti de adivinhar o quê está acontecendo. Cansei de pensar. Cansei de dar chutes, de procurar explicações, de vasculhar o Google atrás de teorias. Não estou afim de ficar conjecturando. Contento-me em aguardar o final que vai ao ar no dia 23/05 nos EUA e saber se vou xingar ou elogiar os criadores.
Tudo ainda muito complicado com duas facções (Locke x Widmore) e nenhum indício de quem é o bonzinho na história. E o pessoal da ilha está ainda mais perdido do que eu sem saber o quê fazer. É morto que ressuscita, mulher que fica biruta, e um cara que não envelhece e quer morrer (aliás, botox bom esse do Richard Alpert).
Ainda acredito que os criadores estão desviando nosso foco sobre do quê realmente importa. Desde o início eles afirmam que os mistérios de "Lost" são resolvidos nos detalhes, coisas que passam desapercebidas até. Mas, mesmo a cinco episódios do final da série, ainda não consigo encaixar todas as peças. E esse é o meu temor. Que nem JJ Abrams e sua trupe consigam encaixar também.
sábado, 24 de abril de 2010
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