J.J. Abrams, criador de séries de sucesso como "Lost" e "Alias", pode ser considerado um verdadeiro Midas. Tudo que ele toca vira ouro, mais cedo ou mais tarde.
No início, tinha dúvidas se seu novo seriado, "Fringe", iria emplacar. Atualmente ele encontra-se próximo do final de uma empolgante segunda temporada, conquistando a audiência e sendo elogiado pela crítica.
Juntamente com Roberto Orci e Alex Curtis, roteiristas dos dois "Transformers" e do último "Star Trek", Abrams consegue criar uma trama envolvente. Ao contrário de "Lost", ele já foi contando o mistério, o "quê" de tudo, no meio da primeira temporada. Resta saber o "como".
O seriado segue a trajetória da agente do FBI Olivia Dunham (Anna Torv) que trabalha numa divisão que estuda fenômenos denominados como "O Padrão". São crimes que desafiam a ciência e fazem parte de uma experiência onde a Terra é a própria cobaia.
Olivia tem a ajuda de um cientista literalmente louco, Walter Bishop (John Noble, o grande destaque do seriado) e do seu filho Peter (Joshua Jackson, do antigo seriado "Dawson´s Creek").
Entre os temas do seriado, podemos citar paranormalidade, teletransporte, manipulação genética e dimensões paralelas.
Para os fãs de "Arquivo X" (como eu), "Fringe" é uma excelente pedida. O roteiro envolvente e inteligente, o alívio cômico do Dr. Walter (que parece sempre estar laricado) e a atuação cada vez melhor da bela Anna Torv garantiram a renovação da série para uma terceira temporada.
terça-feira, 20 de abril de 2010
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